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A Doutrina do Amanhecer sob a égide do financismo: primeiras palavras

Amigos, irmão, senhores e senhoras! Saudações! O assunto que a seguir explanamos nos veste de tristeza, sem, no entanto, nos tirar a esperança. Afinal, esses são nossos caminhos. Cabe-nos abraçá-los e trabalhar pelas mudanças. Não tem sido fácil, durante tantos anos, assistir os tristes acontecimentos que envolvem o Vale do Amanhecer. Muitos têm sido os desmandos; grande a desordem; temos campeado tristemente pelas estradas do desamor e, assim, agrestes e áridos têm sido nossos dias.

Não podemos nem devemos entender que há separação entre nós. Os problemas ocorridos com um irmão, são de todos, como a vitória de um é a vitória de todos. Assim sendo, a crise aguda em que o Vale do Amanhecer tem mergulhado após a passagem de Koatay 108 envolve a todos, sem qualquer excessão. Sabemos, amigos, que temos um rico transcedente. Somos veteranos neste pequeno orbe chamado Terra. Aqui já experimentamos desde a miséria até a opulência; do anonimato à adoração. Tudo isso nos faz ricos, como também pesa em nossas consciências, cobrando seu preço.

Não é novidade para ninguém que após a partida de Koatay 108 o panorama geral muito se modificou. Seu Mário Sassi, o Tumuchy, escreveu alguma coisa sobre esse processo. Estejamos certos que naquelas cartas abertas, uma comunicação oficial, muita coisa foi, sabiamente, omitida. Temos chamado esse sistemático desmonte doutrinário de “Cisma1 de Koatay 108″. Mas este descaminho que temos, já por tantos anos trilhado, também passa por um aspecto para o qual tia Neiva dedicava especial atenção: o financeiro. É sobre ele que pretendemos tratar neste estudo.

  1. Cisma: cisão, dissidência, ruptura, separação. ↩︎
Tumuchy

Publicado em:A Doutrina do Amanhecer sob a égide do financismo

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