Os feridos que deixamos pelo caminho
Como conciliar o discurso da fraternidade universal com a indiferença em relação àqueles que foram deixados para trás? Não é pequeno o número de médiuns machucado por instrutores, comandantes, presidentes de templos. Cada um de nós tem que, obrigatoriamente, voltar aos que ferimos em busca do perdão. Caso contrário, de que valerão tantas palestras, tantos cursos ministrados, tantas horas de trabalho? De que nos valerão tantas vaidades?